Mariana Becker: “Histórias florescem onde há vida
No segundo episódio de “Traje: Esporte”, a comentarista da Fórmula 1 fala sobre a vida rodando o mundo, a crescente audiência e participação feminina no esporte, e sua relação particular com o tempo.
No segundo episódio de “Traje: Esporte”, a comentarista da Fórmula 1 fala sobre a vida rodando o mundo, a crescente audiência e participação feminina no esporte, e sua relação particular com o tempo.
No terceiro episódio da série “Traje: Esporte”, a história da surfista que vem colocando o Brasil de volta ao pódio do circuito mundial de surfe feminino.
No segundo episódio da série “Maternidades possíveis”, você vai ver que no Brasil de 2026 ser mãe cabe em quase qualquer idade – da adolescência aos 50+. Escolher quando a maternidade acontece, porém, depende menos do desejo e mais das oportunidades oferecidas às mulheres.
Mãe de Martin, a jornalista Daniela Arrais conta, no terceiro episódio da série “Maternidades Possíveis”, como é formar uma família com duas mães, numa sociedade que ainda se baseia na heteronormatividade.
No quarto episódio da série “Maternidades Possíveis”, falamos sobre quem opta por dizer não à maternidade.
Vinte anos depois da aprovação da lei Maria da Penha, a ativista sofre perseguições digitais por parte de seu agressor e afirma que educação e políticas públicas são fundamentais para avançarmos na luta contra a violência de gênero.
Traição, gravidez indesejada, assédio e violência doméstica. Com histórias polêmicas, as novelas de frutas antropomórficas são um espelho de como a sociedade ainda enxerga as mulheres.
Enquanto o Congresso debate a redução da jornada de trabalho no país, cada vez mais empresas incentivam funcionários a produzir conteúdos que ficam disponíveis na internet — o chamado EGC. Mas o que o trabalhador ganha com isso?
No terceiro episódio da série Feminismos, você descobre como o feminismo negro reorganizou o debate sobre gênero, raça e poder – e por que falar de igualdade entre mulheres sem considerar o colonialismo pode ser intelectualmente frágil.
Recém-lançado no Brasil, o livro de Gisèle Pelicot, a francesa que foi drogada pelo marido e estuprada por dezenas de homens, coloca a vergonha onde ela tem que estar: do lado dos abusadores.