Nos primórdios dos anos 2000, Paris Hilton era conhecida principalmente pela sua presença nos flashes: herdeira, it girl, uma personagem exuberante. No entanto, por trás das controvérsias e da imagem que a tornou famosa, havia uma mulher buscando por identidade, voz e liberdade criativa. É essa história mais íntima e poderosa que ela reconta em Infinite icon: Uma memória visual, um documentário lançado em fevereiro nos cinemas ao redor do mundo, incluindo o Brasil.
“Eu queria que este filme fosse essencialmente uma memória visual da minha vida através da música. A música sempre foi meu refúgio. Nos momentos mais difíceis, especialmente na adolescência, foi a única coisa que me fez sentir compreendida e menos sozinha”, afirma Paris em entrevista à ELLE.
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